•março 7, 2009 • Deixe um comentário

 

“O mundo é pequeno demais. Estou cansada de tocar guitarra, fazer malha, passear, parir crianças. Os homens são pequenos e as paixões são curtas. Irritam-me as escadas, as portas, as paredes, irrita-me o dia-a-dia que interfere na continuidade do êxtase.”


Anais Nin in- a Casa do Incesto

Sexy Musics…

•fevereiro 4, 2009 • 2 Comentários

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Depois de ver o Top Top na MTV e alguns blogs falando sobre o assunto, resolvi criar o meu próprio Top com as músicas mais safadas na minha opinião… e da Lú claro, ela me ajudou a selecionar algumas. E aqui fica uma boa dica também pra quem quiser apimentar um momento a dois…pode ser bem interessante…

 

Erotica- Madonna

Sexual Healing – Marvin Gave

Chega Mais- Rita Lee

Cantinho- Ana Carolina 

Justify My Love- Madonna

Lala-Ashley Simpsom

No Ordinary Love- Sade

Need You Tonight- Inxs

Isabela Taviani- Luxúria 

Wicked Game- Cris Issack

I Touch Myself- The Divinyls

I Slave For You- Britney Spears

You Can’t Leave Your On- Joe Cocker

I Want Your Sex- George Michael

I Just Don’t Know With Myself- The White Stripes

Um pouco de Anais Nin…

•novembro 17, 2008 • Deixe um comentário

“Não me digas nada, vejo que me entendes, mas tenho receio dessa compreensão, tenho medo de encontrar alguém semelhante a mim e ao mesmo tempo desejo-o.

Sinto-me tão definitivamente só, mas tenho tanto medo que o isolamento seja violado e eu não seja mais o cérebro e a lei do meu universo. Sinto-me no grande terror do meu entendimento, meio por que penetras no meu mundo; e que, sem véus, tenha então que partilhar o meu reino”

(Anais Nin in A Casa do Incesto)

Quadrilha

•novembro 15, 2008 • Deixe um comentário

 

 

João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.

 
 (Carlos Drummond de Andrade)
 

O valor da amizade…

•novembro 13, 2008 • 3 Comentários

Hoje vou falar um pouco de uma pessoa muito, mas muito especial pra mim. Sei que falo isso todo dia pra ela, mas nada melhor do que registrar aqui a importância que você tem em minha vida.

 

Uma amizade que foi surgindo em meio aos 4 anos de faculdade, meio tímida no início, mas que ganhou força com o passar dos anos e hoje temos uma à outra como verdadeiras irmãs. Essa pessoinha é a Lú, minha força quando acho que tudo está perdido, minha alegria quando acho que não tenho mais motivos pra sorrir, minha conselheira quando faço besteira… mas acima de tudo, uma pessoa com um coração lindo e que se doa completamente pra ajudar os outros.

 

Não existem palavras nem textos suficientes pra descrever a nossa amizade. O dicionário define amigo apenas como Companheiro e Aliado, mas a vida define como algo muito mais complexo. Só quem tem um amigo de verdade pode saber o valor real de uma amizade, só quem ama um amigo sabe que a vida sem ele não faz o menor sentido, só quem ama seu amigo sabe do que estou falando… por isso, minha amiga, sempre te digo Eu te amo, e cada dia mais. Com o passar do tempo nos conhecemos melhor, nos descobrimos mais, segredos e medos são revelados, e você sempre ali, pronta pra me ajudar no que for preciso.

 

Rimos juntas, falamos besteiras, você briga comigo quando é preciso, atura minhas crises de choro e TPM… enfim, está sempre ao meu lado, e isso, não tem preço amiga…  que bom ter encontrado você no meu caminho… a vida fica muito fácil com você!

A tal da Dona Felicidade…

•novembro 12, 2008 • 1 Comentário

 Diante tantas coisas que têm acontecido, tanto na minha vida , como pelo mundo a fora, hoje estive pensando sobre a busca incessante de todos nós pela felicidade. Parece que vivemos em função dela, dessa busca, passamos a vida procurando sempre a felicidade maior, aquela que nos tornará plenos e extasiados de tanta alegria e não paramos pra perceber que estamos perdendo preciosos momentos, de felicidade também, mas não vemos, não enxergamos.  

Calma, vou explicar melhor. Essa semana, li em um Blog de uma grande amiga sobre isso também, aliás, o texto dela me ajudou a refletir muito. Ela diz sobre “doses homeopáticas de felicidades”. Isso mesmo! E faz todo o sentido, porque não tomamos felicidade em pequenas doses? Buscamos ser felizes naquele momento apenas? Horas, olhe para o lado, sinta, um abraço não pode te fazer feliz naquele momento? Um sorriso? Ou o pulo que seu cão deu em você quando chegou da rua, mostrando que sentia sua falta? quem sabe devorar uma caixa de bombons? Porque não nos agarramos a isso? Sempre queremos mais e mais, esse é nosso problema, nunca estamos satisfeitos com o que temos, o que é uma pena. Quando pararmos de querer muito, veremos que o pouco pode nos fazer muito feliz.  

 

Seja feliz a cada dia. Se basta um motivo pra te deixar triste, também tem que haver um para lhe alegrar. Hoje mesmo, tomei uma dose bem gostosa de felicidade, fui na casa da minha vó querida há pouco, ao chegar lá ela me recebeu com um sorriso enorme no rosto e um abraço indescritível, pronto, felicidade. Logo depois, me acabei tomando um sorvete de milho verde, que também tava com vontade, mais um pouquinho de felicidade. São essas pequenas coisas que temos que valorizar e sentir, nos momentos em que a temos. Não pensando no amanhã, não deixar pra ser feliz amanhã, pois pode ser tarde. Fale, ouça, sinta, sorria, mas faça hoje, não deixe pra depois. Assim, com um pouquinho de felicidade todo dia com certeza, será muito feliz, e sempre…

A vida não é como nos Contos de Fadas…

•novembro 10, 2008 • 1 Comentário

Dizem por aí que as grandes obras literárias são escritas em momentos de dor, onde o autor está mais fragilizado, com seus sentimentos à flor da pele, por isso são grandes escritos. Se pensar por esse lado, já teria escrito uns bons livros e estaria ganhando um bom dinheiro… entre paixões e desilusões que a vida me tem proporcionado, já era pra estar ocupando um lugar na Academia Brasileira de Letras. Comparações e a tentativa frustrada de fazer disso uma piada, posso dizer que  tenho histórias, e muitas pra contar. Um verdadeiro romance, com encontros e desencontros, e muitas feridas ainda não cicatrizadas.

 

Além disso, ainda tem a questão: porque sempre esperamos mais das pessoas do que elas realmente podem nos dar? Porque criamos e idealizamos tanto, mesmo quando sabemos que não teremos nem um terço daquilo? Porque nos iludimos mesmo sabendo que não vai dar em nada? Quando essas questões envolvem sentimentos então, tudo se complica ainda mais, seria a tendência feminina ao sofrimento? Ou culpa dos criadores de contos de fadas? Que nos mostram desde meninas um mundo de sonhos, onde tudo é perfeito e tudo é possível? Que o príncipe encantado existe e nos salvará das injustiças do mundo? Tolice. E as meninas descobrem isso quando se apaixonam, aí já é tarde demais. Aí então elas passam a querer apenas ao seu lado alguém que as faça feliz, que goste delas, que  esteja ali quando elas precisarem de proteção e carinho, é quando começa uma nova fase, e junto com ela como realmente funcionam as coisas fora dos livros de contos de fadas.

 

As meninas crescem, viram mulheres, mas lá no intimo sempre trazem aquele desejo, mesmo que oculto, de encontrar seu príncipe. Elas procuram, se apaixonam, agora por homens e não príncipes, e sofrem, como sofrem. Choram, juram que nunca mais vão se apaixonar novamente e pronto, se apaixonam. Para elas, agora mulheres, parece que a vida não tem sentido sozinha, e elas nunca desistem, embora feridas, magoadas, trazem sempre dentro de si a esperança que “ele existe”, afinal, de onde foi tirada a inspiração para os contos de fadas???? 

 

Vale a pena ler…

•novembro 6, 2008 • Deixe um comentário

http://www.omundodababbi.blogspot.com/

Se eu fosse vocês conferia… primeiro poque é de uma pessoa muito especial, depois porque ela escreve com o coração…adorei Babi.

Você existe, eu sei…

•setembro 3, 2008 • Deixe um comentário

 

Há tanto tempo venho procurando
Venho te chamando
Você existe, eu sei
Em algum lugar do mundo você vive
Vive como eu
Onde eu ainda não fui
Como é o seu rosto?
Qual é o gosto que eu nunca senti?
Qual é o seu telefone?
Qual é o nome que eu nunca chamei?
Se eu esbarrei na rua com você
E não te vi meu amor
Como poderia saber?
Tanta gente que eu conheci
Não me encontrei só me perdi
Amo o que eu não sei de você
Como é o seu rosto?
Qual é o gosto que eu nunca senti?
Qual é o seu telefone?
Qual é o nome que eu nunca chamei?
Sei que você pode estar me ouvindo
Ou pode até estar dormindo
Do acaso eu não sei
Talvez veja o futuro em seus olhos
Pelo seu jeito de me olhar,
Como reconhecerei você?

Assim…

•agosto 6, 2008 • Deixe um comentário

 

…E que venham as borboletas…

 
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